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O Atlântico Sul, na costa do Sul e do Sudeste, está com temperatura acima do normal. Isto facilita a formação de áreas de baixas pressões atmosféricas próximas ao litoral destas regiões e mais evaporação de umidade para a atmosfera, fatores que vão colaborar para a formação de áreas de chuva.
Em abril, o Brasil inicia a transição para o outono, marcada por mudanças significativas nos padrões de temperatura e chuva. As condições oceânicas desempenham um papel crucial nesse processo, especialmente no Atlântico Sul, onde a temperatura acima do normal ao longo da costa Sul e Sudeste favorece a formação de áreas de baixas pressões atmosféricas próximas ao litoral. Esse aquecimento também intensifica a evaporação da umidade, aumentando a disponibilidade de água na atmosfera e contribuindo para a formação de áreas de chuva nessas regiões.
Em abril de 2025, o Brasil experimentará uma redução geral nas precipitações, marcando o início da transição para o outono. A previsão indica que a maioria das regiões do país terá volumes de chuva ligeiramente abaixo da média, com exceção de partes da Região Sul, onde a precipitação deve superar a média histórica. Na primeira quinzena do mês, os maiores acumulados de chuva são esperados no Sul do Brasil e no extremo norte do país.
A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continuará ativa, trazendo chuvas para o norte do Amazonas, Pará, Amapá e para a costa norte do Nordeste, entre Maranhão e Rio Grande do Norte, com previsão de chuvas intensas em Belém e Manaus. Além disso, a costa leste do Nordeste, especialmente a Bahia, verá um aumento nas chuvas, com possibilidade de episódios de forte intensidade em Salvador.
No litoral do Sudeste, a passagem de frentes frias exigirá atenção especial devido ao risco de chuvas fortes em São Paulo e Rio de Janeiro, incluindo a capital. O Atlântico Sul, com temperaturas acima do normal, contribuirá para esse cenário, aumentando a evaporação e, consequentemente, a formação de nuvens e chuva.
No Sul do Brasil, embora haja previsão de chuvas fortes, inclusive no Rio Grande do Sul, as condições oceânicas e atmosféricas são distintas das observadas em 2024, que resultaram em chuvas catastróficas. A previsão indica chuvas intensas nos três estados da região, mas sem a mesma magnitude do ano anterior. Na segunda quinzena de abril de 2025, o Sudeste e o Centro-Oeste iniciarão a redução das precipitações, característica típica do outono nessas regiões, com diminuição da frequência e do volume de chuva, processo que se intensificará em maio.
Em abril de 2025, o Brasil sentirá os primeiros efeitos das massas de ar frio polar continentais, que provocarão um resfriamento em algumas áreas do país. As duas massas polares mais impactantes ocorrerão no final da primeira quinzena e no final do mês. No entanto, os dias quentes ainda predominarão em abril. Os períodos de temperatura baixa ou amena serão curtos no centro-sul do Brasil, e a previsão é de que abril termine com temperaturas acima da média na maior parte do país. Somente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem registrar temperaturas ligeiramente abaixo da média.
Em abril, o Brasil experimentará três ondas de frio distintas. A primeira, entre os dias 5 e 8, trará um resfriamento leve para o Sul do país, partes do leste do Sudeste e a fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Próximo ao final da primeira quinzena, uma massa de ar frio mais intensa causará queda de temperatura moderada a forte no Sul, com possibilidade de geadas nas áreas mais altas, e também afetará partes de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e o oeste e sul de Mato Grosso. No final do mês, uma massa de ar frio polar mais forte atingirá o país, provocando resfriamento acentuado no Sul e queda significativa de temperatura em muitas áreas do Sudeste e Centro-Oeste.
Com informações da Climatempo.
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